PROJEÇÃO DE INFLAÇÃO NO BRASIL AUMENTA

hoje o mercado financeiro alterou a projeção de inflação brasileira para 5,15%, quando antes era de 5,11%, essa pequena elevação se dá baseando-se nas expectativas do mercado para os preços futuros, sendo assim, espera-se  que ate o final do ano esse índice seja mantido ou reduzido, pois  se continuar se elevando a projeção da taxa de juros do Brasil, que hoje é de 8% tende a se elevar também e isso pulveriza o planejamento da equipe econômica que estima que os juros caiam para 7,25%, e como se sabe, quanto mais baixa a SELIC, maior é a atividade econômica.

Contradição na Economia: Brasil tem Record nas vendas de veículos , porém houve queda na produção na industria automobilística

Como a economia é contraditória, existem variáveis que apresentam crescimento econômico, demonstrando que o país vai bem, em franco crescimento, com resultados bem animadores, por outro lado, outras variáveis demonstram ao contrario, queda e frustração no cenário econômico. Isso é reflexo do dinamismo econômico mundial.

Esse fato está ocorrendo no mercado automobilístico, por um lado, segundo dados  da FENABRAVE, Na comparação com maio, alta foi de 24,18% as vendas de carros em junho fecham com 340,7 mil unidades e esse resultado é o melhor mês de junho da história.

Isso ocorreu pelo fato do Governo brasileiro terreduzido o IPI (Imposto sobre a Produção Industrial), onde os preços dos automoveis foram reduzidos, pelo fato de que, a industria teve uma queda na sua produção, essa ação do Governo, tenta minimizaqr os efeitos na queda no setor, mantendo o nível de consumo, pelo menos aceitável, pois como sabemos, numa economia em crescimento, o consumo é parte fundamental para os resultados do PIB, e sendo assim, acredito que o Governo Dilma , está no caminho certo.

 

 

Governo é exemplo para Europa

O Governo brasileiro esta semana tomou algumas providencias para tentar elevar ou manter o nível de consumo no país em patamares aceitáveis, isso  se dá pelo fato de que a necessidade da economia necessitar de consumo para funcionar e não ficar na dependência de se elevar, mais uma vez, as taxas de juros para segurar a inflação.

A perda de poder de compra que sofremos pela elevação da inflação, causa um efeito cascata na economia e para com a população consumidora, e por isso o Governo tenta se desdobrar para manter o nível de atividade da economia em níveis elevados, gerando empregos, renda e por sua vez, consumo, e como esse consumo, volta para o Estado atravez de impostos e com isso, mantem-se o nível da atividade em uma situação confortável.

Isso é em parte, um dos principais problemas que assola alguns países da Europa, fato esse que o nível da atividade econômica desses países, se encontram muito baixos, e por isso o efeito cascata ocorre com mais força nesse momento, ou seja, com a queda no consumo, gera queda da produção de bens e serviços, fazendo com que o setor produtivo reduza o nível de emprego, e dessa forma, reduz ainda mais o consumo, visto que reduz a renda disponível na economia.

Alguns países da Europa tendem a reduzir impostos, visando quebrar esse ciclo vicioso e tentar entrar em um outro ciclo, dessa vez virtuoso, coisa que o Governo brasileiro vem fazendo a algum tempo, agora é só pagar pra ver.

 

 

Inflação projetada pelo Governo par 2012 cai para 5,03%

Foi divulgada essa segunda, a inflação de 5,03%,  projeção para  2012, ou seja, uma previsão baseada nas taxas de inflação dos meses que já passaram e uma base dos meses futuros, tomando com base as taxas ocorridas dos anos anteriores, principalmente do ano passado.

Essa taxa, segundo o Governo, está abaixo do projetado no inicio do ano, que era de 5, 15% para 2012, mas acima da meta esperada que é de 4,5%, mas assim mesmo, conforme o Governo, esta taxa poderia variar dois pontos percentuais para cima ou para baixa, isso é o chamado “centro da Meta”.

Perseguir a meta de inflação significa manter o poder aquisitivo da nossa moeda equilibrado, pois com uma elevação sem controle da inflação, como já ocorrido em anos anteriores, pode perder tudo que foi conquistado ate hoje em credibilidade internacional, competitividade e, principalmente, ao consumo interno.

Para 2013 esta perspectiva aumenta, pois espera-se, alem do normal, uma elevação em variáveis relevantes para o nosso crescimento econômico, tais como Consumo e Investimento, pois está diretamente ligado aos investimentos feitos ao longo do tempo e que apartir de 2013 teria retornos, com isso a geração de empregos é aumentada trazendo mais consumo para economia.

Por isso é importante que o Governo mantenha as previsões controladas, visando controlar e realizar, se não todas, pelo menos a maioria das projeções planejadas.

Na proxima postagem iremos demosntrar outras projeções do Governo, tais como PIB, SELIC, etc.

PIB Brasileiro teve queda no 1º trimestre do ano

Nesta segunda (04/06), foi divulgado o PIB brasileiro do primeiro trimestre, e essa informação foi muito ruim para a economia, pois, segundo o IBGE, só crescemos 0,2% de Janeiro a Março deste ano, seguindo o ultimo trimestre de 2011 que obteve o mesmo índice.

Quais problemas devem ter ocorrido para esse resultado tão ruim?

Conforme o IBGE os resultados estão de acordo com o esperado e o maior destaque partiu da indústria, com crescimento de 1,7%, serviços, com alta de 0,6%, mas o pior desempenho foi o setor de agropecuária, que caiu 7,3% nesse trimestre de 2012.

Conforme observamos os gráficos abaixo:

Fonte: IBGE

Como sabemos, o PIB é composto por variáveis da economia e de um modo geral temos que PIB = Consumo + Investimentos da Indústria + Gastos do Governo + e o Saldo da Balança de Pagamentos (Exportação – Importação), sendo assim, observa-se que o desempenho dessas variáveis tiveram variações diferentes se comparado com o ultimo trimestre de 2011 e com o mesmo período do ano anterior, conforme segue abaixo:

Fonte: IBGE

Se compararmos com o ultimo trimestre do ano passado, contataremos que houve um aumento nos gastos do Governo, que representa mais investimentos públicos, uma queda representativa nos investimentos privados e uma elevação nas importações, causando assim um desequilíbrio na nossa balança de pagamentos.

Com isso pode-se concluir que esse primeiro trimestre foi marcado por reflexos da crise mundial, e estou certo que nos demais tremeteres a economia brasileira irá se recuperar, e alcançar a meta para esse ano que está em torno de 4% a.a.

Expectativa do PIB do Brasil é reduzida para 4% para 2012.

A noticia de hoje no cenário econômico, trata da queda na expectativa do crescimento do PIB do Brasil de 4,5% em 2012 para 4%, isso quer dizer que o Governo brasileiro reduz a meta de crescimento deste ano, já considerando um reflexo da crise financeira mundial. Apesar disso, essa redução é bem menor que alguns países sofrerão ao longo deste ano, como Africa do Sul que estama-se reduzir seu PIB por volta de 3 pontos percentuais, a Russi e o Canadá cerca de 2% e o Reino Unido algo em torno de 1,5%. O FMI afirma que o Brasil passará pela crise de maneira bem mais confortável que outros países, pois a economia mundial sofreu uma desaceleração nas suas economias através do consumo, por decorrência, a produção industrial, e para isso, algumas medidas foram tomadas pelo Governo brasileiro que podem minimizar esses impactos, por exemplo, a redução do IPI (Imposto sobre produtos Industrializados), isso torna produtos como Automóveis, eletrodométicos entre outros, mais baratos, mesmo assim, essa redução só será mantida até agosto deste anos, pois o ministro da economia Guido Mantega, afirma que o Brasil não necessitará de uma postergação, uma vez que a economia tende a se ajustar no segundo semestre desse ano. Deus Tomara.

Mudanças na Economia Brasileira, o que esperar?

Atualmente estamos passando por um período de turbulência no mercado financeiro, alta do dólar, queda da taxa dos juros base (SELIC), mudança nas regras da poupança, enfim, mudanças em todo cenário econômico brasileiro, além disso, grandes problemas em escala mundial como a crise européria (Zona do Euro), com a possibilidade da Grecia ficar fora do processo, enfim, o que isso pode interferir na vida do povo? Inicialmente falaremos sobre a alta do dólar, a moeda norte americana está valorizada no nosso país, e isso implica que os produtos brasileiros estarão mais baratos no mercado mundial, isso repercute, de forma direta, em mais exportações, com isso, um acréscimo no PIB (produto interno bruto), elevação nas reservas cambiais, mas principalmente para as empresas brasileiras que são exportadoras, pois terão esse acréscimo sem elevar seu preço, ou seja, sem gerar inflação. Com a baixa nas taxas de juros, como se sabe, barateia o crtedito, fazendo com que as empresas invistam e gerem empregos, e que por tabela, emprego gera renda e por sua vez, consumo, que é a base de tudo em um país. Por fim, com as novas regras da poupança, o que é melhor a fazer? Ainda é vantajoso para o pequeno poupador o investimento em poupança, pois não houve perda para eles, as regras são uma tentativa de deixar mais interessante essa modalidade, bem como tornar mais rentável, como disse, para os pequenos poupadores, em suma, mantenham seus recursos na poupança, para os que já tem.

O impacto da alta do dólar, a baixa dos juros e suas repercussões no mercado econômico brasileiro.

As noticias sobre a política econômica do Brasil vem tomando a maior parte dos veículos dos diversos tipos de mídias, porém as informações não são muito claras e explicativas. Por um lado bombardeia-se de dados estatísticos de resposta do mercado a baixa dos juros, em outro cenário, apresenta o dólar com uma elevação só vista desde 2011, ainda dados sobre o consumo norte-americano, crise na Grécia e Espanha, enfim, as informações são “jogadas” e se esquecem de um simples fato, nem todos são economistas.

Por isso iremos aqui, tentar elucidar algumas duvidas recorrentes e com isso, permitir que, pelo menos nosso leitor, possa entender alguns desses mitos para assim, estar a par de alguns acontecimentos, tanto nacionais como mundiais.

Dessa forma comecemos por explicar o que houve com os juros no Brasil, e o que ocorreu, em um outro momento, incluiremos a variável dólar e os impactos no mercado, pois este interfere diretamente no cenário mundial, e finalmente, como fica a situação do consumidor no que se refere a uma das piores variáveis do mercado, a inflação, pois estão diretamente conectados e causam impactos em todos os agentes econômicos, consumidor, industria e Governo.

JUROS – Começando pelos juros que trata-se da remuneração paga pelo uso do dinheiro, e no Brasil, chama-se de SELIC (Sistema Especial de Liquidação e de Custódia), ou seja, é a taxa de juros oficial do país, nela se baseia na remuneração dos títulos públicos, empréstimos e o principal, os empréstimos realizados para o mercado, tanto o setor produtivo (empresas) como pelos consumidores, por isso é possível contrair ou expandir a economia de um país variando esta taxa. O Governo reduziu a taxa de juros do Brasil de 9,75% para 9%, essa pequena baixa tem uma grande repercussão, pois como dito antes, o valor do credito, ou seja, o dinheiros fica mais barato e incentiva a procura, essa política é chamada de expansionista, pois expande a economia com mais dinheiro no mercado, maiores investimentos das empresas que irão produzir mais e por isso tendem a contratar mais, gerando maior nível de renda e por sua vez, mais consumo, porém tem um problema, com a elevação do consumo, ou seja, a procura maior que a oferta, os preços tendem a se elevar, causando o bicho-papão chamado INFLAÇÃO, e para combater uma grande elevação na inflação, se faz o contrario, contrai o mercado com uma elevação nos juros, a SELIC, mas ate agora, pelo que estamos percebendo, ainda está sob o controle da equipe econômica.

DOLAR –  A variação do Dolar tem um funcionamento diferente da taxa de juros, mas tem impactos semelhantes na economia e no mercado. Após o tratado de Bretton Woods, determinou-se a moeda americana como padrão de comercio mundial, então todas as negociações mundiais entre países que pertencem a OMC (Organização Mundial do Comercio) são com a moeda norte-americana. O desempenho dessa moeda na economia brasileira depende no nível de transações entre o Brasil e outros países, pois como as Exportações propiciam a entrada de moeda estrangeira no país, e as Importações a saída, o saldo dessas transações determinam as Reservas Cambiais, e a importância desse saldo propicia ao país o poder de controle das cotações, ou seja, com as Exportações, entram Dolar no mercado causando excesso de oferta, e o preço assim, cai, e com as Importações, sai dólar, e quando há uma elevação nas Importações, a procura por moeda é maior, sendo assim, o preço sobe. Quando então, houver um grande desequilíbrio nessas oscilações, o /governo então intervem nesse mercado, comprando e vendendo a moeda norte-americana, ou seja, se o dólar tiver muito alto (procura maior que a oferta), o Banco Central entra no mercado e vende lotes de moeda, relevando a oferta e controlando seu preço, ou seja, reduzindo. E para o inverso ocorre o mesmo, quando o preço esta muito baixo, o Banco Central compra lotes de moeda estrangeira, elevando a demanda e elevando seu preço.

Mas o que isso repercute no nosso país, para o dólar muito alto, os preços dos produtos brasileiros o exteior fica mais barato e por sua vez, vende-se muito mais, ou seja, é melhor para as exportações, e quando o dólar está muito baixo, os preços dos produtos nacionais tornam-se mais caros, porém os preços dos produtos estrangeiros, ficam muito mais baratos, ate mais que os nacionais, quebrando assim a competitividade nacional.

Em resumo, quando se reduz a taxa de juros, temos maior atividade econômica e produtiva, e com isso o setor exportador também cresce, e proporciona a entrada de mais dólar  no mercado, e causando assim, um excesso de oferta de dólar e o preço cai, o Banco Central então, compra esse excedente, retirando moeda do mercado, e essa escassez eleva a demanda, e forçando a subiuda nos preços.

Essa gangorra maluca e complicada depende então de uma mudança governista e pulso forte em manter essas politcas, pois só assim é possível crescer com sustentabilidade.

Dólar aumenta e assusta mercado.

Na sexta feira passada uma noticia me chamou a atenção, os noticiários dão manchete ao dólar que passara a barreira dos R$ 1,90, e isso não tinha acontecido desde setembro de 2011, mas porque isso acontece tanto? Porque as variações acontecem?

Essas e outras duvidas estão ligadas a oscilação que a balança de pagamentos possui, ou seja, a diferença entre as IMPORTAÇÕES e as EXPORTAÇÕES do Brasil. As variáveis possuem suas referidas funções, pois quando se exporta, ou seja, se venda para o exterior, sai produto e entra moeda estrangeira, e quando se importa, ocorre o inverso, compra-se produtos estrangeiros, e sai moeda estrangeira, e no caso o dólar, e assim, gera um saldo de moeda estrangeiras, as RESERVAS CAMBIAIS, que se trata da quantidade de moeda estrangeira que existe no país.

Essas oscilações dependem no nível de oferta e demanda por moeda por parte do mercado, pois quando o setor produtivo deseja ou necessita adquirir bens e serviços no exterior, como por exemplo, maquinas, equipamentos, tecnologias, etc, e nesse caso a IMPORTAÇÃO, há então a necessidade desse setor demandar moeda estrangeira, e se houver maior procura do que oferta por dólar, então o preço sobe, isso pode demonstrar uma busca por produtos importados, tanto no setor produtivo como também por parte dos consumidores, apresentando assim um aquecimento na procura pelo famosos produtos importados.

Quando as EXPORTAÇÕES forem maiores que as IMPORTAÇÕES, ocorrerá maior entrada de moeda estrangeira e as Reservas Cambiais existentes no Brasil, será maior que a necessidade, ou seja, que a procura, dessa forma, quando se tem a oferta maior que a procura por qualquer coisa, o preço tende a cair.

A força que as Reservas Cambiais trazem para um País pode fazer a diferença em políticas econômicas como por exemplo, as políticas de redução de taxa de juros, visando uma maior liquidez para o mercado, dando suporte financeiro para esse embate mercadológico mundial.

SUSTENTABILIDADE ECONÔMICA, O QUE É ISSO?

O Brasil está passando por um período importante de crescimento econômico, e ate mesmo na contramão do mundo, saindo de um ciclo vicioso e entrando em um ciclo virtuoso de crescimento e de forma mais sustentável, baseados em politicas mais eficazes, mesmo sendo ate anti democráticas, e as politicas implementadas nesse período serviram de base para o que hoje chamamos de base de um crescimento sustentável. Mas o que é um desenvolvimento sustentável?

Sustentabilidade econômica é um conceito que se baseia em criar ações que possam gerar efeitos positivos ao longo do tempo e se manter por muito tempo, ou seja, o Governo, criando ações que façam o nível de produção, renda, consumo, em patamares maiores que antes, e que se mantenha em crescimento nos períodos seguintes.

Por sua vez, crescimento econômico é o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto), que se refere a tudo que é produzido e consumido no país por um período de tempo, que no caso, um ano. Esse PIB é composto pelo Consumo, Investimento, os Gastos do Governo e o saldo da balança de Pagamentos (Exportação e Importação), e essas variáveis se comportam de forma diferentes fazendo com que a ações do Governo sejam mais dinâmicas e estruturadoras

Uma forma mais pratica de explicar esse fenômeno econômico é que, o consumo, por exemplo, depende da renda, e que depende do setor produtivo para ofertar empregos, que dependem do Governo para criar condições dessas empresas para poderem realizar seus investimentos. De uma forma mais simples, o Governo, por exemplo, reduz a taxa de juros da economia, ou seja, a taxa SELIC (que a taxa oficial do País, e baliza os empréstimos do mercado financeiro, e produtivo), deixando o credito mais barato, daí, as empresas buscam esses financiamentos para expandir suas empresas, realizando seus investimentos, e por isso, ofertam empregos na economia. Com esses novos empregos, a economia passa agora a ter mais renda disponível, e o consumo se eleva, e retorna para o próprio Governo por meio de impostos.

Mas isso não é sempre tão simples assim, pois com a elevação do consumo, ou seja, com a demanda maior que a oferta, os preços tendem a se elevar, e isso, como vimos antes, é a famosa inflação. O que fazer então?

O Governo então, se utiliza do mesmo dispositivo usado para expandir a economia, mas agora usa para contraí-la, que é a taxa de juros, e com a elevação dessa taxa, o crédito fica caro, tanto para as empresas e industrias como para o consumidor, mas o efeito é desastroso, pois com o credito mais caro, as empresas reduzem seus investimentos, e com isso não contratam, e com a redução da renda, o consumo caí, e essas tem uma queda nas vendas e por isso, reduzem ainda mais os empregos, voltando assim, o ciclo vicioso.

O que vemos recentemente, é que o Governo reduziu significativamente a taxa de juros, e o podemos esperar é uma expansão econômica, e com esse processo, o que se espera é ver um mercado estabilizado, o setor produtivo voltando a acreditar no país, e o que se percebe hoje é que o país está mais maduro do em outras épocas, aprendendo com os erros do passado, com estratégias mais modernas, ações mais eficazes, pois antes tínhamos uma imagem mundial de um país inadimplente, com alto risco estabelecidos pelas agencias especializadas, e alto grau de volatilidade no mercado, ou seja, o destino do capital que entrava no país era, na maioria das vezes, para especulação financeira e o perfil deste capital hoje é voltado a geração de renda, pois estes investimentos, agora, são direcionados ao setor produtivo.