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Operação irregular de aterro sanitário preocupa prefeitos pernambucanos

Gestores municipais do agreste de Pernambuco receberam notificação do Tribunal de Contas do Estado, pelo atraso no pagamento dos custos de operação do aterro sanitário de Altinho. A dívida acumulada desde 2023 chega a quase R$ 4 milhão.
Sem a devida manutenção, a situação pode comprometer o funcionamento do aterro sanitário e provocar o reaparecimento de lixões, com prejuízos ao meio ambiente e à saúde, e qualidade de vida das pessoas. Notificação foi divulgada nesta terça-feira (11), no site oficial do TCE-PE.
Além disso, segundo o TCE-PE, o repasse de parcela do ICMS Socioambiental do município com dívidas poderá ser interrompido, resultando em perda de receita. Em todas as situações, os responsáveis poderão ser penalizados e até ter suas contas julgadas irregulares.
Os Alertas de Responsabilização foram enviados aos prefeitos pelos conselheiros relatores Ranilson Ramos (Altinho e Cupira), Eduardo Porto (Belém de Maria), Dirceu Rodolfo (Panelas), Marcos Loreto (Quipapá), Carlos Neves (Bonito e Catende).
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